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Primeiro concerto realiza-se no próximo sábado, 27 de fevereiro, pelas 17 horas na Igreja do Padrão da Légua.

Presença regular na programação das principais salas de espetáculos de Portugal e da Europa, o Quarteto de Cordas de Matosinhos inicia no próximo sábado, 27 de fevereiro, pelas 17 horas, uma digressão por igrejas de todas as freguesias do concelho. O primeiro templo a acolher esta ação de democratização da música erudita será a igreja do Padrão da Légua, onde vão ser interpretadas obras de Beethoven e Schubert.

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Integrada no programa Música em Matosinhos e no calendário da Capital da Cultura do Eixo Atlântico 2016, a digressão do QCM dá sequência ao trabalho de proximidade que o agrupamento vem realizando ao longo dos anos junto da população e à aposta da Câmara Municipal de Matosinhos na formação e criação de públicos. A atuação do quarteto em espaços sagrados que são também importantes centros da vida cívica de cada uma das freguesias do concelho prosseguirá nos meses seguintes, estando prevista para 17 de março a atuação na Igreja de Matosinhos. Seguir-se-á, a 16 de Abril, a igreja paroquial de Lavra.

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No concerto do próximo sábado, no Padrão da Légua, o QCM interpretará o “Quarteto de Cordas op.133, em Si bemol maior, Grosse Fuge” (1825-1826), de Ludvig von Beethoven, e o “Quarteto de cordas nº14, em Ré menor, D.810” (1824-1826), de Franz Schubert. Escrita depois do fracasso da ópera “Fierrabras”, esta peça popularmente conhecida como “A Morte e a Donzela” é uma das obras-primas do compositor alemão, concluída numa época em que, doente com sífilis, Schubert antecipava já a sua morte iminente. Quanto à sonata de Beethoven, foi considerada por Stravinski “a obra mais moderna de todos os tempos”.

Criado pela Câmara Municipal de Matosinhos em 2007, o quarteto é atualmente considerado uma das melhores formações nacionais de música erudita, tendo conquistado em 2014 o Prémio Rising Stars da Organização Europeia de Salas de Concertos. Este galardão permitiu ao agrupamento formado por Vítor Vieira, Juan Maggiorani, Jorge Alves e Marco Pereira realizar uma digressão pelos mais importantes palcos europeus, constituindo-se, assim, como uma notável embaixada cultural de Matosinhos nas principais cidades do continente.

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