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Sabia que o Cruzeiro de Leça do Balio foi feito em pedra de Ançã, com imagem de Cristo e decoração de motivos florais e foi esculpido por Diogo Pires, o Moço.


Classificado como monumento nacional em 1910, este cruzeiro quinhentista é um dos monumentos mais emblemáticos de Leça do Balio. 


D. Frei João Coelho, Grão-Mestre da Ordem do Hospital (mais tarde Ordem de Malta) e comendador de Leça do Balio entre 1452 e 1515, comissionou ao escultor Diogo Pires O Moço, que ao tudo indica, terá vivido e trabalhado na zona de Coimbra entre os anos de 1511 e 1535, um conjunto de trabalhos que inclui o cruzeiro fronteiro ao templo.


O cruzeiro encontra-se diante do portal Sul da igreja, enquadrado por um gradeamento baixo, com um conjunto abrigado sob um alpendre de linhas contemporâneas.


Este é um cruzeiro constituído por base poligonal, fuste cilíndrico, crucifixo, e é rematado pela Cruz de Cristo. A meio da coluna há um anel ornado, com boleados e flores de liz, que apresenta uma legenda em letra gótica. Em baixo surge o brasão dos Coelhos.


Originalmente, o cruzeiro encontrava-se junto do caminho principal de acesso ao mosteiro, afastado algumas centenas de metros da localização atual, sendo transferido várias vezes durante o século XX.


Em agosto de 2019 o cruzeiro “regressou a casa”, depois de em abril de 2015 um ato de vandalismo ter destruído o cruzeiro quinhentista do Mosteiro de Leça do Balio. 


Para a reconstituição dos elementos fraturados, foram utilizados materiais “mais adequados às novas metodologias desenvolvidas na área da conservação e restauro, por forma assegurar o futuro desta emblemática peça do património artístico do século XVI”, como refere a Câmara Municipal de Matosinhos.


Fotos: Câmara Municipal de Matosinhos


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